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FLII - FESTIVAL LITERÁRIO INTERNACIONAL DO INTERIOR
O festival literário Internacional do interior “PALAVRAS DE FOGO” é uma iniciativa da ARTE-VIA Cooperativa Artística e Editorial que reúne no período de 15 a 19 de junho um conjunto de eventos culturais em vários concelhos entre os quais o Município de Penela.
 
Programa:

SEXTA-FEIRA, 15 de Junho - PENELA
16H00 – Entrega de Prémios e Certificados Escolares
- Escritora convidada – Julia Wong (Biblioteca Escolar de Penela Salvador Dias Arnaut – EBI)
18H30 – IV Festival Infantil Orff
21H00 – Festival da Canção da EBI - Grupo de Cordas da EBI (Pavilhão Multiusos)

SÁBADO, 16 de Junho - PENELA
10H00 – Workshop Infantil de Escrita Criativa, com Rosário Alçada Araújo
14H30 – Contos do Arco da Velha, pela Biblioteca Itinerante da ADFP (Centro de Dia da Santa Casa da Misericórdia de Penela)
14H30 – Encontro de Pequenos Nadadores (Piscina Municipal Penela)
16H00 – Final Campeonato Nacional Basquetebol, 2ª Divisão Masculina (Pavilhão Multiusos Penela)

DOMINGO, 17 de Junho - ESPINHAL
14H30 – Audição Academia de Música da Sociedade Filarmónica Espinhal (Casa da Cultura do Espinhal
16H30 – Painel Literário: A arte e a cultura como reanimadores de uma região e de um povo Jardim das Gerações – Quinta do Castelo)
Moderador: Luis Matias
• Nuno Júdice
• Julia Wong
• Natalia Porta López
• Rui Lourido
17H30 - Concerto pelo Coral Carlota Taylor (Quinta do Castelo)

SEGUNDA FEIRA, 18 de Junho - PENELA
10H000 – Encontro Literário com o Rafique-um-Munir Chowdhury (CEHLR - Centros de Estudos de História Local e Regional Salvador Dias Arnaut)

Fernando Pessoa faria hoje 130 anos. Foi o escritor que marcou de forma dominante não só o Modernismo da geração a que pertenceu, como as diversas tendências que a poesia portuguesa do século XX assumiu.
 
Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente 
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
 
Fernando Pessoa, in 'Cancioneiro'
Foto: Fernando Pessoa por Julio Pomar